Feelings (ou algo do género)
sexta-feira, 23 de maio de 2008
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quinta-feira, 22 de maio de 2008
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terça-feira, 20 de maio de 2008
olhas
Olhas-me, como se me visses pela primeira vez.
Nada dizemos, nada fazemos,
os olhares vazios,
as esperanças a fugirem pelas frestas
do teu corpo cansado.
Esta flor que eu canto
nada tem a ver com as flores que te deram
quando, cansada, deixaste de ser tu.
E quando as lágrimas que guardaste secaram.
Afasto-me tranquilo de ti,
estás longe daqui agora, melhor.
Longe das dores dos últimos dias.
Mas ficaram tantos poemas por cantar...
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segunda-feira, 19 de maio de 2008
EM NOME DA TERRA
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quinta-feira, 15 de maio de 2008
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Etiquetas: POEMA
...
O amanhã não existe - não existe mais nada.
Tudo o que me importava morreu contigo
e tudo o resto se perdeu na confusão dos sentimentos
e das horas e dos dias que se arrastam.
O Futuro - esse néctar de que nos alimentávamos
e nos preenchia os dias com planos e sonhos
que nunca vamos cumprir - o Futuro morreu.
O teu rosto arde na memória
e nos sonhos que me atormentam as noites,
na dor dos dias solitários
e nos sentidos baralhados.
Nos tempos e locais que se entranham no corpo
e me prendem à tua imagem.
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Etiquetas: POEMA
poema
O vento canta numa voz de prata
uma doce canção sem palavras,
impessoal e triste.
Tudo o que fiz ou disse acabou aqui,
onde os teus braços me forçaram a parar,
com todos os sonhos que tive.
Sonhos que se esfumam no ar
das manhãs que não viste nascer.
Odeio o mundo -
e esse ódio desperta em em mim
como uma força desconhecida -
como lâminas de vidro cortando a pele.
Olho no interior do olhar daquele que se perdeu
no universo da loucura,
e subiu ao topo do mundo e aos céus distantes
onde sopra o vento que me destrói por dentro.
Olho no interior desse olhar e vejo
o calmo terror da eternidade.
Publicada por Mr. Nonsense à(s) 13:47 0 comentários
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