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Feelings (ou algo do género)

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Natal

Ao ritmo a que eu tenho posto coisas novas neste blogue o mais certo é não por nada até ao Natal, por isso aproveito a ocasião para desejar a todos um FELIZ NATAL!!!!


Sabem porque é que as árvores de Natal têm um anjinho em cima? É uma longa historia ... Na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada. Desesperado foi beber um copo, chega à adega e não havia nada. Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo. Para alegrar-lhe a vida, a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles. No meio do desespero, tocam-lhe à porta. Com a pressa de abrir a porta, tropeça e amassa a cara toda, começando a sangrar. Abre a porta neste lindo estado e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical: - Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta árvore de natal. Onde é que queres que a meta?

Debaixo de uma árvore de natal, toda iluminada, diz um cão ao outro:
- “Finalmente, puseram luz no wc !”


E um conselho para quem quer fazer dieta:
O que engorda não é o que comemos entre o Natal e o Ano Novo, mas sim o que comemos entre o Ano Novo e o Natal...
Bom Natal divirtam-se e até breve.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Atrás de ti uma porta aberta para as horas que se esquecem
Um sonho que se transforma em pesadelo
O medo a ausência – este silêncio pesado…

Um rio parado no tempo
A saudade dos teus gestos do teu riso -
De ti… do que fomos e não seremos
O medo da solidão…

Uma barreira que se ergue
Silêncios quebrados por ecos de memórias
Passos ao acaso pelas ruas desta cidade…

Por onde andas agora?
Porque continuo preso a ti à tua imagem?
Àquilo que dizias e fazias?

Um barco vazio num cais deserto…
A vontade de partir ao teu encontro
O nada que me enche os dias
E nada mais…

sem titúlo e incompleto


Se existisse esse lugar ideal
onde todos os sonhos existem ainda
onde o tempo não corre
Se existisse ainda esse lugar de magias
abria nele o meu tesouro
guardava o amor e as paixões de uma vida

Palavras escritas com letras de sangue
Uma chuva de luz e ouro
Certezas que se esfumam no ar da manhã

Olhas-me, como se fosse a primeira vez
- ou a última – não sei bem
Correm lágrimas no teu rosto –
e no meu também
Amanhece…
E é hora do adeus…

Palavras escritas com lágrimas
Uma chuva fria

Uma casa desenhada na bruma
E que se esboroa na luz da manhã…

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Paraíso




Uma porta que abre para um sonho
Onde se erguem espirais de som e luzes
E rostos que o tempo apagou

Um lugar onde o tempo deixou de correr
Onde todos se encontram
E as ausências são esquecidas

É nesse lugar que espero encontrar-te
À sombra dos dias que passaram
Sonhando os sonhos que o tempo não matou
Esperando por mim…

Paraíso...
Ou o que lhe queiram chamar

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Non Sense

Um sinal qualquer. Um raio de sol ou uma estrela cadente.
Um passo mais e estou à beira do fim de tudo
onde tudo começa e onde tudo acaba
e onde todos os sonhos e esperanças se reúnem…

Um suspiro percorre as ruas como vento
Anunciando a tempestade…

Caminho pelas ruas desta cidade estranha.
Vou ao acaso, sem destino e sem rumo
um gesto chama-me a atenção – uma palavra
ou um riso – uma canção.
Ou então um silêncio pesado – carregado de dor
de palavras que não são ditas de ameaças veladas
de violência – de indiferença…

Uma lágrima cai silenciosa pela tua face cansada.
Anunciando o fim.

Houve um tempo em que acreditei no poder do amor
e me entreguei ao teu abraço que me confortava…
Houve um tempo em que acreditei na força dos sonhos
e vivi à espera de os ver cumprirem-se
Houve um tempo em que acreditei na magia das palavras
então feriste-me com o veneno e a fúria das palavras
que disseste quando partiste…
E levaste contigo o amor e os sonhos que ainda tinha.
E deixaste-me vazio de tudo…

Um eco de passos apressados percorre as ruas cinzentas

Uma luz perde-se nas sombras

O rio parece ter parado de correr – como o tempo
Como esta cidade…

A madrugada surge lenta, vencendo as trevas da noite
Anunciando o novo dia

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Fala do demónio da noite

Quando a luz da madrugada fere a noite que acaba
e a última estrela se apaga no céu da cidade
é hora de regressar ao meu abrigo e dormir -
sonhar os meus sonhos de morte e dor e sangue...
Amanhã será outro dia - outra caçada
procurando uma vitima nos corpos
que se dão à noite e ao desejo
Roubando-lhes o calor e a luz que arde neles
Roubando o tempo que lhes resta - os sonhos
e a esperança e o futuro...

Como faço desde sempre...

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Ruinas




Acabou o tempo dos sonhos e das promessas.
Começa a lenta descida para o Inferno – das palavras
dos gestos e silêncios que ferem como punhais.
E das noites sem fim…

Há uma fronteira que não devíamos poder ultrapassar
Uma barreira que devíamos erguer para nos poupar
a tanta dor e sofrimento…

Há sombras que me envolvem no silêncio desta casa
ecos nas salas desertas, memórias em cada espaço.
Um espelho que reflecte imagens de um outro tempo -
melhor, mais feliz … e uma música que envolve tudo,
uma luz difusa – ténue, que parece querer abraçar a casa
e apagar a dor que me acompanha…

se fosse possível – se houvesse como voltar atrás
e apagar as palavras que trocamos
as lágrimas que fizemos correr…
E recomeçar de novo – à sombra desta casa
parada no tempo…