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Feelings (ou algo do género)

quarta-feira, 25 de março de 2009

(sem titulo)

Talvez seja a saudade o que ainda me prende aqui
Apesar da dor – apesar do peso dos silêncios
Nem a noite já me traz conforto
- nem um sono sem sonhos me embala
As ruas enchem-se de sons e de luzes, de vícios e medos
Houve um tempo em que encontrava abrigo nestas ruas
- em que a noite me abraçava
Até os anjos que caminhavam na noite partiram
As estrelas e a lua apagaram-se no céu
E uma neblina fria cobre a cidade
Talvez seja a saudade o que me prende aqui
Agora que tudo o mais desapareceu
Ou talvez a esperança de ver regressar na noite
Todos aqueles que já partiram
Voam rostos quase esquecidos ao alcance da mão
Nomes e corpos confundem-se nos labirintos das ruas
- na memória de outros dias
Um dia também eu partirei
Cruzarei esse mar em busca de outro porto
- em busca daqueles que partiram e não voltam
Um dia
Mas não hoje

de volta aos poemas

De volta aos meus poemas.
Afinal até foi para isso que comecei este blogue.




Deito um olhar à paisagem desolada
e tento lembrar como era antes –
antes de tudo mudar – antes de me perder
Tento lembrar o rio de águas puras que corria aqui
- cantando, brilhante e veloz - livre
por entre as árvores que secaram e morreram
O mar, que unia as margens desta praia
com as dessa ilha distante
onde os amantes se escondiam
Ruíram as catedrais que se erguiam na noite
Calaram-se os carrilhões de mil sinos
que celebravam o amor
Os portos de onde zarpavam navios carregados de sonhos
estão agora abandonados –
entregues ao tempo e ao pó
O próprio mar secou

E os amantes partiram…

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Sempre ouvi dizer: "De pequenino se torce o pepino"

Ou neste caso se seca a garrafa...

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

sangue no asfalto

Atravesso a azul noite da solidão
Envolto em ténues irradiações de pura emoção
Corpos desprendem gemidos mutilados
Em excêntricas posições espalhados
Pedaços de chapa
Vidros escacados
E um mundo de sensações
Medo, horror
Fundem-se num sensual cheiro a morte e dor
Sangue no asfalto
Sangue no asfalto
Sangue no asfalto
Sangue no asfalto
Percorro ansioso os destroços no alcatrão
Abrasado em palpitações de pura paixão
Segurando um crâneo já estilhaçado,
No escuro de dois chorões agachado,
Nutre-se de miolos o deus desnudado
Solto algumas imprecações contra o ladrão
E procuro outra azul noite - solidão
Sangue no asfalto
Sangue no asfalto
Sangue no asfalto
Sangue no asfalto
Atravesso a azul noite da solidão
Envolto em ténues irradiações de pura emoção
Corpos desprendem gemidos mutilados
Em excêntricas posições espalhados
Pedaços de chapa
Vidros escacados
E um mundo de sensações
Medo, horror
Fundem-se num sensual cheiro a morte e dor
Sangue no asfalto
Sangue no asfalto

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

O Velho e o Punk

Esta já é velhinha. Mas tem a sua piada.

O Velho e o Punk



Num autocarro, um velho senta-se num banco bem em frente a um Punk de cabelos compridos,
com madeixas verdes, azuis, rosa , amarelas e vermelhas.
O velho fica a olhar para o Punk e o Punk a olhar para o velho.
O Punk vai ficando nervoso, até àao momento em que não aguenta mais e pergunta ao velho:
- O que foi avôzinho? Nunca fez nada diferente quando era jovem?
O velho responde:
- Sim, eu fiz ! Quando era muito jovem, fiz sexo com uma arara.
E agora estou aqui a pensar: 'Será que este cabrão é meu filho? '

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

PENSAMENO DO DIA

«Que adianta a beleza interior, se a pila não tem olhos ?»


Esta é PROFUNDA!!!!!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Pergunto eu:
"Será que eles queriam mesmo dizer isto? Deve ser gralha, ou então o Sr. Eng. era um bom F**** da P***" o que explicava alguma coisa nesta nota.