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Feelings (ou algo do género)

domingo, 30 de novembro de 2008

É (quase) Natal

NATAL


Estamos a chegar a Dezembro. Mês de frio inicio do Inverno e claro NATAL
Como tantos outros já me sinto invadido pelo espírito natalício (leia-se espírito consumista), despertado pelos anúncios de Natal que desde Outubro passam nas nossas televisões.


Natal... tempo de paz e amor. De dar e receber... e sobretudo aquela época do ano em que nos lembramos de todas aquelas pessoas em quem não pensamos no resto do ano.



É também a altura em que o simpático velhinho de roupa vermelha e que só trabalha um dia por ano sai da sua hibernação e trata de visitar todas as criancinhas do mundo.

Diga-se que um gajo que entra de noite nas casas das criancinhas para lhes dar prendas e mais não sei o quê tem um certo ar de pedofilia (à atenção da PJ)...












Enfim riscos da profissão...

E já agora alguém me diz o que é que ele faz o resto do ano?????

domingo, 23 de novembro de 2008

MONTY PYTHON

E AGORA ALGO COMPLETAMENTE DIFERENTE

mais alguns momentos com o melhor grupo de humoristas de sempre

MONTY PYTHON









quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Pesadelo

Quem se esconde por detrás do véu?

Quem se esconde do mundo?
Quem se oculta nas trevas? e se alimenta dos medos, dos pesadelos e das promessas quebradas?
Quem se esconde e no silêncio da noite visita os nossos sonhos? e nos enche as noites de medo? e nos impede de dormir e sonhar ?

Quem...?






terça-feira, 18 de novembro de 2008

Espero por ti.
Onde as criaturas de sonho e pesadelo
povoam as noites.

Espero por ti.
Mesmo sabendo que não virás.
Sabendo que te perdeste nas ruas
desta cidade que nos cerca - que nos prende.

Houve um tempo em que acreditei em sonhos
e no poder das estrelas e das palavras...
Isso foi há muito tempo...
Antes de ti - antes do teu corpo -
antes das promessas que nunca cumpriste
e dos sonhos que deixaste morrer
ou que vendeste ou trocaste por outros sonhos.

Espero por ti.
No silêncio e no frio da noite
no meio dos sonhos que não deixo morrer...




"Devido às quedas de bancos, queda nas bolsas, cortes no orçamento, à crise nos combustíveis e pelo racionamento mundial de energia, informamos que a famosa "luz ao fundo do túnel", está temporariamente desligada".

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Conselho económico do dia

Análise económica com base na perspectiva do analista americano Dr.
Marc Faber :
O Governo fez deduções e devoluções do IRS. Se gastarmos esses montantes na Zara, o dinheiro vai todo para a China.
Se o gastarmos em combustível, ele vai direitinho para os árabes.
Se comprarmos um computador, o dinheirito irá para a Índia, China e Taiwan ou Formosa.
Se comprarmos produtos hortícolas, o dinheiro vai para Espanha, França ou Holanda, pela certa. Se comprarmos um bom carro, o destino do dinheiro será a Alemanha. Se comprarmos inutilidades, ele vai para a Formosa. Nenhum desse dinheiro ajudará a economia nacional.
A única maneira de manter esse dinheiro dentro de portas é gastá-lo em putas e vinho verde, que são os únicos produtos ainda produzidos em Portugal.

Estrela da tarde

Uma pequena homenagem a um dos maiores poetas da língua portuguesa: José Carlos Ary dos Santos, e aproveitando a boleia uma homenagem a uma das melhores vozes da música portuguesa: Carlos do Carmo.

ESTRELA DA TARDE

Era a tarde mais longa de todas as tardes que me acontecia
Eu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste na tarde tal rosa tardia

Quando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia
Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia

Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza

Foi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceram
Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram

Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles que à noite amando se deram
E entre os braços da noite de tanto se amarem, vivendo morreram

Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto

Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto!