Um raio de sol na manhã fria
Um sonho que se esfuma
A dor das horas que anunciam
A tua ausência
Em breve…
Feelings (ou algo do género)
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Publicada por Mr. Nonsense à(s) 05:29 0 comentários

Negra ausência
Um sabor amargo
O medo e a solidão
Por onde andas?
Onde o teu olhar
E o teu perfume de frutos?
Publicada por Mr. Nonsense à(s) 05:27 0 comentários
Etiquetas: POEMA
acendes outro cigarro
Acendes outro cigarro
Há dias em que pareces devora-los
Sopras anéis de fumo
Falas, sonhas, ris
E esqueces a cidade que te condena
Esquecimento
Dor
É tudo o que resta agora
Publicada por Mr. Nonsense à(s) 05:17 1 comentários
Etiquetas: POEMA

Um livro no chão
Papeis um cinzeiro a transbordar
Cinzas pelo ar e sobre os moveis
Um rosto voltado às trevas
Um sorriso
Ou o mais parecido que consegues
As mãos nos bolsos de um velho casaco
Sentes-te abandonada
Por todos
Uma vez mais…
Publicada por Mr. Nonsense à(s) 05:02 1 comentários
Etiquetas: POEMA
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Natal

Sabem porque é que as árvores de Natal têm um anjinho em cima? É uma longa historia ... Na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada. Desesperado foi beber um copo, chega à adega e não havia nada. Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo. Para alegrar-lhe a vida, a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles. No meio do desespero, tocam-lhe à porta. Com a pressa de abrir a porta, tropeça e amassa a cara toda, começando a sangrar. Abre a porta neste lindo estado e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical: - Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta árvore de natal. Onde é que queres que a meta?
Debaixo de uma árvore de natal, toda iluminada, diz um cão ao outro:
- “Finalmente, puseram luz no wc !”
E um conselho para quem quer fazer dieta:
O que engorda não é o que comemos entre o Natal e o Ano Novo, mas sim o que comemos entre o Ano Novo e o Natal...
Publicada por Mr. Nonsense à(s) 10:15 0 comentários
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Atrás de ti uma porta aberta para as horas que se esquecem
Um sonho que se transforma em pesadelo
O medo a ausência – este silêncio pesado…
Um rio parado no tempo
A saudade dos teus gestos do teu riso -
De ti… do que fomos e não seremos
O medo da solidão…
Uma barreira que se ergue
Silêncios quebrados por ecos de memórias
Passos ao acaso pelas ruas desta cidade…
Por onde andas agora?
Porque continuo preso a ti à tua imagem?
Àquilo que dizias e fazias?
Um barco vazio num cais deserto…
A vontade de partir ao teu encontro
O nada que me enche os dias
E nada mais…
Publicada por Mr. Nonsense à(s) 05:44 0 comentários
sem titúlo e incompleto
onde todos os sonhos existem ainda
onde o tempo não corre
Se existisse ainda esse lugar de magias
abria nele o meu tesouro
guardava o amor e as paixões de uma vida
Palavras escritas com letras de sangue
Uma chuva de luz e ouro
Certezas que se esfumam no ar da manhã
Olhas-me, como se fosse a primeira vez
- ou a última – não sei bem
Correm lágrimas no teu rosto –
e no meu também
Amanhece…
E é hora do adeus…
Palavras escritas com lágrimas
Uma chuva fria
Uma casa desenhada na bruma
E que se esboroa na luz da manhã…
Publicada por Mr. Nonsense à(s) 05:26 0 comentários
Etiquetas: POEMA

